Governo define meta da inflação em 3% para 2025

Ministério da Economia
Frente do Ministério da economia na Esplanada dos Ministérios.| Foto: Geraldo Magela/Sucursal Senado

O Recomendação Monetário Vernáculo (CMN) definiu a meta de inflação para 2025 em 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para insignificante. O pregão foi feito pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira (23). As metas de inflação para 2023 e 2024 foram mantidas, respectivamente, em 3,25% e 3%, também com pausa de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para insignificante.

Nascente é o valor que o Índice Vernáculo de Preços ao Consumidor Espaçoso (IPCA) poderá conseguir nos próximos anos. Em 2022, a meta para a inflação também permanece em 3,5%, com o mesmo pausa de tolerância de 1,5 ponto. Fazem secção do CMN: o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente do Banco Medial, Roberto Campos Neto, e o secretário peculiar de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago.

Até 2016, a meta de inflação era fixada com dois anos de antecedência, mas um decreto publicado no Quotidiano Solene da União em junho de 2017 determinou que a definição passasse a ser feita três anos antes. De conformidade com o Banco Medial (BC), a mudança teve uma vez que objetivo reduzir as incertezas e melhorar a capacidade de planejamento das famílias, das empresas e do governo.

Desde 2005, o núcleo da meta de inflação estava em 4,5%, com 2,5 pontos de margem de tolerância. Em 2006, o pausa caiu para 2 pontos e permaneceu assim nos anos seguintes, até ser reduzido para 1,5 ponto para 2017 e 2018, orquestra que será mantida agora até 2025.

A meta de inflação deve ser perseguida pelo BC ao definir a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, pretende moderar a demanda aquecida e segurar os preços ao encarecer o crédito e estimular a poupança. Ao diminuir os juros básicos, o Copom barateia o crédito, incentivando a produção e o consumo. Com informações da Sucursal Brasil.

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