Lucidez sintético é o destaque do 3º dia da Collision Conference

*André Lucena, de Toronto

O terceiro dia da Collision Conference, realizada em Toronto, no Canadá, e com cobertura in loco do Olhar Do dedo, teve a lucidez sintético porquê destaque. Carmelo Anthony, planeta da NBA, empreendedor e filantropo, apresentou no palco principal do evento o seu “irmão gêmeo do dedo” chamado Do dedo Melo.

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“Para mim é muito, muito privativo. Foram horas de trabalho. Acredito que essa possa ser uma novidade maneira de interagir com as pessoas. O firmamento o limite. Não sabemos o que pode vir com essa tecnologia“, disse o jogador de basquete.

O projeto inovador foi realizado pela Soul Machines e, segundo Greg Cross, Chief Business Officer (CBO) da empresa, demorou exatamente um ano para permanecer pronto. “Esta é a primeira versão. Acredito que ficará totalmente pronto entre 3 a 5 anos. Precisamos ajustar a maneira porquê Carmelo mexe os ombros, por exemplo. Também precisamos de mais conteúdos, mais línguas. Carmelo quer falar com fãs de outros lugares do mundo, com pessoas das quais ele não entende a língua”, detalhou Cross.

“Queremos permitir que pessoas tenham experiências com seus heróis, principalmente as crianças. Estamos no prelúdios, mas estamos criando um tanto privativo, que será usado no horizonte”, completou o executivo da Soul Machines.

Assista ao vídeo do Olhar Do dedo News:

Perguntado com quem ele gostaria de interagir, Carmelo Anthony respondeu: “Perdi meu pai quando era pequeno. Seria terrível, mas queria ver meu pai e conversar com ele”.

Lucidez sintético e o horizonte da humanidade

No mesmo palco em que Carmelo Anthony bateu um papo com seu “irmão gêmeo do dedo”, Eric Schmidt, fundador da Schmidt Futures, palestrou sobre lucidez sintético e o horizonte da humanidade.

Para ele, nos próximos cinco anos, os humanos terão uma espécie de “segundo eu” feito por lucidez sintético que vai representá-los em certas ocasiões: “Você terá um sistema que vai presenciar você, que você poderá treinar, que poderá falar porquê você, e que poderá simbolizar você com algumas limitações em certas situações”.

“Também teremos um poderoso assistente de lucidez sintético que nos dará conselhos. ‘Essa é uma boa pessoa, essa é uma má pessoa, você pode ir para oriente lugar e você não deve racontar esta história pois ela é ruim’”, acrescentou Schmidt.

Ex-presidente e CEO do Google, Eric Schmidt, comentou a enunciação de Blake Lemoine, engenheiro de software sênior do Google, de que a utensílio de lucidez sintético do Google chamada LaMDA (Padrão de Linguagem para Aplicações de Diálogo) ganhou vida própria: “O que acontece é que a LaMDA é assustadora no sentido de que você realmente pensa que está falando com alguém que tem conhecimento. Ela é útil, mas não consciente. Nenhum dos pesquisadores de IA acredita que seja”.

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Schmidt acrescentou dizendo que a “lucidez sintético é um sistema que sempre está aprendendo”. “Mas não podemos deixar que as inovações mudem as nossas vidas. O melhor camarada de uma menino não pode ser um robô. Ela não pode chegar em um robô e manifestar: ‘vou te racontar um sigilo’”.

Por término, ele ressaltou que os “humanos não podem deixar as máquinas decidirem se vão lutar pois isso é perigoso”.

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