Por que Clayton deve escolher Atlético e não Corinthians até segunda-feira

Corinthians, Palmeiras e Atlético-MG brigam pela contratação de Clayton. O atacante do Figueirense, de 20 anos, se tornou cândido de disputa de três dos principais clubes do Brasil na temporada passada. O jovem, mas, tem uma predileção. Ele confidenciou a amigos que, hoje, a preferência é se mudar para a Cidade do Galo.

As três propostas têm valores semelhantes, conforme revelado pelo empresário Jorge Machado, responsável por negociar a sua curso. O Atlético, que ofereceu R$ 16 milhões por 50% dos direitos do garoto, tem ligeira vantagem por ter um elenco formado. Clayton acredita que, no time mineiro, terá mais facilidade para se entrosar com os demais jogadores. Os paulistas estão em segundo projecto por conta das alterações nos elencos.

Mesmo que Clayton tenha demonstrado preferência pela equipe de Belo Horizonte, o desfecho da romance deve sobrevir somente neste término de semana. A expectativa do próprio jogador é que ele tenha uma resposta até a próxima segunda-feira (22). Independente de sua escolha, ele não disputará a temporada de grupos da Despensa Libertadores da América, uma vez que as inscrições para o trio já se encerraram.

Questionado sobre a situação, o empresário Jorge Machado explicou que o atacante será o responsável por escolher o horizonte clube: “É um guri deliberado, que sabe o quer. Zero melhor que entregar nas mãos dele”, disse à Rádio Bradesco Esportes.

O Atlético tenta a contratação de Clayton há qualquer tempo. A primeira investida foi com o intuito de inscrevê-lo na temporada de grupos da Despensa Libertadores. Entretanto, diante das negativas do Figueirense, as conversas se arrastaram e parecem se aproximar do término somente agora. A proximidade de Jorge Machado, seu representante, com o clube também é um ponto favorável. Ele agencia as carreiras de Rafael Carioca e Carlos, atletas que têm vínculo na Cidade do Galo.

O Figueirense detém 10% dos direitos do jovem, fatia idêntica à do Banco BMG. Jorge Machado, incumbido de negociar a curso do desportista, conta com 15%, percentual semelhante ao do pai do desportista. A Alliance, empresa do presidente Wilfredo Brillinger, é dona de 30% e o empresário Eduardo Uram é detentor de 20%.

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